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O Futuro Elétrico
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01/04/2007 | GRUPO A - ASPECTOS ESTRATÉGICOS
Transporte público em Xangai: passado, presente e futuro
Por: Ying Zhang

Nos anos recentes, o interesse da mídia na China e a rápida transformação da economia e sociedade chinesas tem crescido constantemente. A expansão de cidades e do fluxo de tráfego geralmente é algo central a esta situação, com a megalópole chinesa de Xangai mencionada frequentemente. Surpreendentemente, a maioria das descrições da cidade e do seu tráfego não enxerga o transporte público. Na melhor das hipóteses, o sistema de trem Maglev “Transrapid” é mencionado. Negligenciar uma menção ao transporte público pode ocorrer porque visitantes estrangeiros e especialistas em transporte também estrangeiros geralmente experimentam a situação do tráfego local de dentro de um táxi. De acordo, seus relatórios mencionam o tráfego de carros excessivo e engarrafamentos e descrevem as vias urbanas com vários níveis. Ao mesmo tempo, Xangai – embora tardiamente e (como é o caso virtualmente em todo o resto do mundo) talvez tardiamente demais – começou a expandir seu sistema de transporte público e alcançou um resultado significante em relativamente pouco tempo. Os números mencionados neste artigo têm a intenção de descrever e quantificar a estrutura de transporte público em Xangai e permitir uma comparação com outros países.

 

Em primeiro lugar, mencionando o PASSADO, o transporte público de Xangai era monótono. Caminhadas e bicicletas eram os modos de transporte dominantes por muitos anos, o que raramente se tornava um problema para o transporte público, pois a vida das pessoas era mais calma. Durante a era da economia planejada, as instituições estatais cuidavam de seus funcionários e proviam estruturas essenciais como enfermarias, escolas e hospitais, próximos a suas casas. Locais de trabalho e lares eram próximos uns dos outros.

 

Com a introdução de reformas políticas e a expansão econômica resultante, a cidade se desenvolveu rapidamente e as distâncias entre as atividades diárias cresceram grandemente. Isto aumentou a importância dos ônibus, o que eram virtualmente o único meio de transporte para jornadas mais longas. Estes ônibus ficavam invariavelmente lotados: durante as horas de pico, uma média de onze passageiros era espremida em cada metro quadrado, apesar de ser quase impossível sequer colocar onze pares de sapatos adultos em um metro quadrado.

 

A situação HOJE mudou significativamente. Baseado nos números de 2005, Xangai é uma metrópole com vários espaços verdes, com aproximadamente 500 edifícios com mais de 100 metros de altura e uma população de 13,6 milhões de pessoas ocupando uma área de 6.340 quilômetros quadrados, sem esquecer um acréscimo de três a quatro milhões de migrantes. A urbanização explodiu. De pouco em pouco, áreas com prédios baixos e antigos com densidades populacionais extremamente altas estão sendo re-desenvolvidos ou demolidos, geralmente para dar espaço para acomodações modernas e confortáveis na região suburbana. Assim como ela quebra com estruturas sociais estabelecidas, isto também resulta em descontrole. Os planejadores da cidade estão tentando controlar esse padrão irregular de crescimento. Por exemplo, três cidades satélites compactas com população de 500.000 a 1 milhão de habitantes estão agora sendo planejadas.

 

A mudança na estrutura de desenvolvimento da cidade de Xangai e a revolução dentro da economia e sociedade estão coincidindo com uma mudança nos motivos para se viajar.

 

Assim como em virtualmente todas as outras partes do mundo, compras, lazer e negócios são citados incessantemente como razões para se viajar ao invés de jornadas para trabalhar ou escola/universidade.

 

O impacto do tráfego do rápido desenvolvimento urbano é enorme. As conseqüências estruturais para o setor de transporte são consideráveis, embora ele é capaz de realizar pouco para aliviar os problemas crescentes. Nos anos recentes, a infra-estrutura de transportes tem sido melhorada pelo novo trabalho de construção e expansão em larga escala. A cidade é atravessada por vastas vias urbanas, algumas com junções em múltiplos níveis.

 

Inicialmente, entretanto, o transporte público foi completamente negligenciado, e melhorias sustentáveis têm sido realizadas ao transporte público somente na última década.

 

No transporte por ônibus, existem agora 44 operadoras, as quais seus 18.186 ônibus transportam 7,8 milhões de pessoas diariamente em 948 rotas, contabilizando cerca de 65% do transporte público diário no total.

 

Um obstáculo particular ao transporte por ônibus é o sempre crescente número de ciclistas. Ônibus e o número crescente de veículos privados também é uma fonte de conflito. Os ônibus ainda não têm faixas reservadas ou segregadas para eles.

 

O transporte sobre trilhos inclui seis linhas totalizando 150 quilômetros em comprimento e transportam 1,6 milhões de pessoas por dia, contabilizando por mais de 10% de todo o transporte público. Uma dessas linhas é o “primeiro Maglev comercial do mundo”, conhecido como “Transrapid”, que conecta uma estação de metrô no limite oriental da cidade (em uma localização remota longe dos distritos residenciais e comerciais da cidade) com uma parada no aeroporto de Pudong. O sistema foi aberto oficialmente em 2002 e pode cobrir os 30 quilômetros da linha (viajando em curtos períodos a uma velocidade de 430 km/h) em cerca de sete minutos.

 

O transporte sobre trilhos local em Xangai é realizado exclusivamente pelas linhas de metrô. (O Maglev é mencionado devido a sua diferenciação), não existem ligações de trilhos locais dessa forma. As linhas de metrô percorrem parcialmente sob a superfície e parcialmente sobre a superfície. Já que as linhas atuais do metrô ainda são relativamente curtas, o tempo médio das viagens (origem-destino) é de apenas 16 minutos.

 

Os táxis são parte importante do transporte público em Xangai. A cidade tem um total de 243 firmas de táxi empregando 100.000 pessoas. Existem 43.000 táxis assim como 8.000 miniônibus e carros de aluguel. Táxis transportam em torno de 3 milhões de pessoas por dia, contabilizando por cerca de 25% de todo o transporte público. Os motoristas de táxi manobram seus veículos com grande habilidade, mas geralmente tomam grandes riscos em vias com tráfego pesado. Táxis em Xangai são muito baratos. Uma viagem de táxi com mais de três quilômetros custa em torno de 1 euro, com cada quilômetro adicional adicionando 30 centavos. Um adicional de 50% é cobrado para viagens mais longas que 10 quilômetros, e entre às 11 da noite e 5 da manhã, um adicional noturno de 30% é cobrado. Táxis são meios de transporte muito populares, não somente para lazer, mas particularmente em períodos de clima ruim. O número elevado de táxis em Xangai também ajuda a limitar a posse de carros privados.

 

O uso de carros não aumentado abruptamente em Xangai, mas o transporte público – e ônibus e táxis particularmente – também estão transportando mais pessoas, com menos indivíduos se movimentando em bicicletas (na “terra dos ciclistas”).

 

A duração média e a distância média das viagens no transporte público em 1995 (62 minutos e 6 quilômetros) e 2004 (58 minutos e 8,4 quilômetros) servem para ilustrar a qualidade aumentada do transporte público e também a expansão da cidade.

 

Finalmente, qualquer análise do transporte público de Xangai atualmente deve mencionar suas aplicações em tecnologia da informação. Por exemplo, um tíquete de transporte público tem sido desenvolvido para que não seja usado somente para viagens em trens, ônibus, táxis e ferrys, mas também para pedágios rodoviários e compra de combustível em postos. 19,7 milhões destes tíquetes foram vendidos até o fim de 2005. Este tíquete com valor de mercado, que pode ser usado quase que indefinidamente, é muito popular e tem um preço bem acessível.

 

Os operadores de táxi agora estão usando sistemas de GPS, que já forma instalados em milhares de veículos.

 

Infelizmente, a quantidade de informação de transporte público permanece modesta, somente com explicações curtas escritas à mão e listas das rotas providas.

 

Transferências entre terminais de trens e a rede de transporte público sobre trilhos permanecem árduas devido a conexões inadequadas. Entretanto, a situação está melhorando. A nova estação principal no sul da cidade é um exemplo positivo sobre esse aspecto. Trocas entre trens, metrô, ônibus e táxis são abrigadas sob um teto em um plano de 60 hectares.

 

Qualquer vislumbre adiante do FUTURO do transporte público não pode ignorar o fato de que seu desenvolvimento está encontrando muita resistência. A oposição mais forte se origina dos níveis crescentes de compra de carros. Por décadas, a economia vem registrando crescimento de dois dígitos e de acordo com previsões, isto continuará no futuro visível. Como resultado, os níveis de posse de carro continuarão crescendo. Em 2005, o número de carros privados em Xangai estava estimado em 1,5 milhões, onde, realmente, Xangai tinha 2,02 milhões de carros privados em 2004.

 

Como é o caso em quase todo o planeta, as pessoas na China estão vivendo mais, o que força novas demandas de qualidade no transporte público. São esperados serviços mais acessíveis a crianças e de melhor qualidade. O aumento nas viagens a lazer também está forçando demandas mais pesadas no transporte público em termos tanto de tempo quanto de espaço.

 

Até 2010, o que é o ando da Exposição em Xangai, a rede sobre trilhos deve ter um total de 12 linhas com uma distância combinada de 311 quilômetros. Até 2020, Xangai também deve ter oito linhas de metrô e cinco linhas de VLT, com uma distância combinada de 480 quilômetros. Dez terminais de transbordo, como o da estação principal no sul da cidade também existirão. A expansão intensiva do transporte público irá melhorar seu apelo no longo prazo e atenderá as necessidades de mobilidade de maneira mais eficiente do que hoje.

 

Se – e em qual nível de qualidade – isto poderá ser alcançado irá depender crucialmente se o planejamento de transporte está sendo entendido e praticado como uma parte crucial do planejamento urbano e regional. Xangai, como muitos outros lugares no mundo, ainda está longe de adaptar esta prática. Como um antigo provérbio chinês diz: o futuro parece ser brilhante, mais o caminho que leva a ele é sinuoso.

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