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O Futuro Elétrico
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01/03/2008 | GRUPO D - ASPECTOS ECONÔMICOS E FINANCEIROS
Uma função muito privada
Por: Duncan Matheson

Ao redor do mundo, um número de governos está analisando sistemas de cobrança de vias baseadas em posicionamento por satélite como um meio de atacar os engarrafamentos e aumentar receitas.

 

Para alguns, os conceitos mais desafiadores que estão sendo considerados incorporam o conceito de cobrança de Tempo, Distância, Local (TDL) – fazendo com que os usuários paguem de acordo com sua classe de veículo, a hora do dia, onde e a distância dirigida.

 

Até hoje, a Cobrança Alemã de Caminhões representa o primeiro desenvolvimento significativo de soluções de posicionamento por satélite para cobrança na rede viária. Em uma maneira mais indireta, o sistema suíço também incorpora esta tecnologia para apoiar sua estrutura de cobrança de caminhões baseada em tacógrafo que é aplicada em todo o país.

 

Mais recentemente, o governo holandês teve um comprometimento positivo à introdução de soluções em TDL nos próximos anos e as autoridades suecas e francesas também estão vendo soluções em posicionamento por satélite para estruturas nacionais de cobranças para caminhões. Mais perto do lar, o Departamento de Transportes do Reino Unido lançou um Projeto de Demonstrações para investigar a possibilidade de cobrança TDL e a determinação das obrigações.

 

Negatividade Positiva.

 

Entretanto, a miríade de opções de políticas que as soluções de cobrança via satélite oferece pode levar a requerimentos que poderiam ter um impacto negativo sobre a aceitabilidade do usuário. Particularmente, a imprensa britânica, e os tablóides, geralmente se referem de maneira errada (e pode se dizer, de maneira preguiçosa) a um tipo de cobrança por “rastreamento via satélite” e “por espião no céu”.

 

Embora, isto não é tecnicamente possível, os dados que as unidades a bordo (em inglês On-Board Units – OBUs) instaladas no veículos coletam a posição do veículo à medida em que ele viaja claramente tem o potencial de minar a “privacidade” do motorista – onde os dois podem estar ligados. Isto requer que os tomadores de decisão entendam os impactos, e o potencial para resultados perversos, inerentes no processo de determinação dos objetivos-chave para os esquemas de cobrança. Também são necessárias pessoas responsáveis pela implantação para que se aproxime o desenho do sistema de forma a minimizar preocupações dos usuários.

 

É bom conversar.

 

O único jeito de realmente entender as preocupações do público é ficar em contato constante com ele para ter acesso suas preocupações legítimas por privacidade em todas as circunstâncias quando eles agirem de acordo com as regras. Isto irá incluir o estabelecimento da política e dos objetivos da cobrança, as opções de tarifas, e suas implicações sobre a organização da estrutura, o desenho do sistema e o gerenciamento dos dados. Se isso não for feito, existe o risco de que a privacidade se torne o calcanhar de Aquiles da taxação de vias no futuro.

 

Para implementar este processo de contato, existem quatro ações específicas que precisam ser realizadas:

 

- Considerar as necessidades reais de políticas e os objetivos associados, na forma de opções de requerimento para as regras de estruturação (formas de tarifa) e como será o impacto aos usuários;

- Identificar as requisições do sistema e das tecnologias candidatas que provavelmente serão necessárias para implantar as possibilidades de políticas e compreender o desenho dos dados e as escolhas de gerenciamento.

- Levar em consideração o “feedback” do usuário em relação às preocupações sobre a aceitação da solução e privacidade dos dados, para desenvolver e refinar as opções de políticas que atendam as necessidades do governo e do usuário.

 

Vamos olhar brevemente um de cada vez.

 

Considerar as necessidades reais de políticas e os objetivos associados.

 

No fim, é importante formular o número de opções para quem e o que deve ser taxado e onde, quando e como as taxas devem ser aplicadas. Exemplos podem incluir:

 

- Cobrança em pontos específicos de entradas ou saídas de regiões específicas;

- Cobrança por distância percorrida dentro de uma zona ou área;

- Cobrança por tipos individuais de rodovia;

- Cobrança por faixa em rodovias;

- Identificar as opções de tarifas e as vezes as quais elas se aplicam.

 

Identificar as necessidades de sistema e tecnologia correspondentes.

 

O próximo passo no processo é o de desenvolver as necessidades de políticas e determinar várias opções possíveis sobre como os sistemas podem ser implementados por meio de ilustrações. Isto pode englobar o seguinte plano de ação:

 

- Considerar os modelos de negócios relevantes que poderiam entregar a política

- Determinar como o desempenho do sistema inteiro deve ser em termos de sua pontualidade e níveis mínimos de serviços para os donos e usuários da estrutura e;

- Formular um escopo de dados auxiliares relacionados e as implicações sobre quais dados devem ser guardados, onde eles podem ser guardados, o nível de detalhamento a ser capturado e retido, e quem teria acesso a eles. Isso seria necessário para atender tanto o regime de cobrança quanto auxiliar a verificação da obediência e vigilância.

 

Explorar as implicações do desenho das soluções com os usuários.

 

Em terceiro lugar, existe a necessidade de contato com um grande número de usuários de uma forma que ofereça a eles uma explicação simples de cada opção. Isto deve ser feito para que eles possam entendê-las em seus termos mais amplos e assimilar suas reações às implicações sobre as suas escolhas de modos de viagem, impactos sobre sua privacidade individual e assim por diante. Um ponto de vista dessa natureza poderia:

 

- Determinar os objetivos das políticas e de implementação de forma clara e concisa que pode ser apresentada para o maior número de usuários possível;

- Articular a relação custo/preço dos diferentes tipos de modelos de negócio e as opções técnicas que incorporam aspectos de qualquer dado pessoal a ser capturado, como isto é usado e que tem acesso a ele, processos de computação de cobranças, localização dos dados e o papel do usuário.

- Capturar e quantificar/qualificar seus níveis de conforto ou preocupações explícitas, e preferências, e;

- Prestar atenção e procurar entender onde as sensibilidades-chave estão e confirmá-las através de participantes e maneiras possíveis nas quais elas podem ser mitigadas.

 

Utilizar o “feedback” para desenvolver e refinar as opções de política.

 

Finalmente, apresente a resposta do usuário aos decisores de forma que mostrem de maneira clara as sensitividades-chave acerca de:

 

- Opções de solução

- Preocupações sobre privacidade nos dados, computação e apresentação

- A intrusão percebida das possíveis opções de implementação e o papel do usuário e;

- O “critério mínimo de aceitação” e os fatores críticos de sucesso.

 

Esta informação então seria usada para ajudar a refinar os requerimentos das políticas para prover a bases para um ponto de vista mutuamente aceitável.

 

Resumindo, este artigo sugeriu que para minimizar as preocupações do público sobre estruturas de cobrança sobre distância e seu efeito sobre a privacidade pessoal, uma visão de quatro estágios deve ser adotada: desenvolver e apresentar opções para o futuro, capturar a resposta do maior número de pessoas possível, e construir sobre esta base para desenvolver requisições de políticas que procurem entregar um esquema “ganha-ganha” para os proprietários da estrutura e para os usuários.

 

Falhas no momento de destacar apropriadamente os usuários como “stakeholders-chave” na criação de políticas que, se implantadas inapropriadamente, poderiam deixar marcas na privacidade pessoal e, desta forma, aceitação e pode levar ao fracasso. Consequentemente, agora é a hora para tais investigações antes que decisões irrevogáveis sejam tomadas.
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